Algumas fotografias de nossa 3ª mostra no SALIMP. (Por Rebeca Porto)
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
9º SALIMP - Salão do Livro de Imperatriz
Bom dia! Estamos com uma nova exposição fotográfica no 9º SALIMP - Salão do Livro de Imperatriz, que será de 19 à 26 de junho no Centro de Convenções de Imperatriz, das 10:00 às 22:00 horas. Tema: RAÍZES MARANHENSES. Esperamos a presença de todos os amigos no nosso stand!.
Rebeca Porto (membra do Coletivo Retrarte/ Blog Entre Cliques)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
RETRATOS DE MAES
Agradeço ao Coletivo Retrarte pelo esforço em levar a Exposição Retratos de Mães ao Fórum de Imperatriz.
Agradecer a disponibilidade de Renê Rocha Rosa e seu filho, e Vanusa Babaçu que junto comigo, molhados de suor mas com um sorriso no rosto, levamos cada cavalete e cada foto do SENAC para o Fórum e lá montamos em cada andar e corred...or a exposição.
Foi emocionante e gratificante ver a curiosidade das pessoas, ouvir os comentários e as reações a cada foto vista.
Demos sorte de a imprensa estar por perto e após um contato rápido meu, ter nos entrevistado. Levamos o nome do Coletivo pro ar! Difusora e Band.
É assim que um Coletivo é feito, é com essa disposição e alegria que as coisas são feitas. :)
Amanhã se encerra o período no Fórum, próximo local, Restaurante Popular!
Avante! Viva a arte de fotografar!
Marcelo Ricardo
terça-feira, 10 de maio de 2011
Retratos de nossas Mães
Coletivo Retrate
“RETRATOS DE MÃES”
“As pessoas ainda não se dão conta da potência da imagem. Buscamos durante muito tempo uma linguagem universal. Falou-se do esperanto,do inglês, do latim. Finalmente descobrimos a linguagem universal, que é a imagem. A imagem que faço aqui no Brasil vai ser difundida em dez, doze países, sem uma linha de tradução. Qualquer um que ler minha imagem no Japão vai compreender, quem ler minha imagem na Índia vai compreender; realmente é uma escrita, uma linguagem universal.”
Sebastião Salgado
Apresentação
O amor de mãe pode ser um elemento simbólico a ser configurado através da imagem, item salutar nas artes visuais. Os modos de viver particular de cada uma das mães retratadas nas fotografias exaltam circunstâncias, momentos e lugares diferenciados nos quais os costumes, a cultura, exibirão a figura de Mãe como tema em destaque. Ou ainda como, a grande maioria romantiza uma forma de amor incondicional. Que pode ser capturado através do olhar peculiar de cada um, tanto de quem retrata, de quem é retratado e de quem admira o retrato.
Dessa maneira, compor uma exposição embasada sob tema “RETRATOS DE MÃES” tornou-se um presente para todos os envolvidos de forma direta ou indiretamente. Os cliques diferenciados de cada um dos fotógrafos convidados vão mesclar o acervo entre fotografias coloridas e preto e branco.
COLETIVO RETRARTE
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O coletivo RETRARTE como principal objetivo: elencar obras de artistas ainda desconhecidos do grande público imperatrizense, ou bem como, impulsionar a arte na cidade Princesa do Tocantins, através das artes visuais, sobretudo a fotografia minutada por fotógrafos profissionais, amadores, ou àqueles que se identificam com essa modalidade de arte, considerados amantes da fotografia. Processo que ainda se comporta de forma tímida nessa importante região que tem como marco geográfico o Portal da Amazônia. Bem como, estabelecer novos parâmetros de interação entre o público visitante com os autores das obras ali expostas. Sobretudo, levar ao conhecimento do maior número de público possível, a linguagem fotográfica com pura forma de expressão de arte.
A mostra fotográfica “RETRATOS DE MÃES” está composta por 25 trabalhos coloridos e preto e branco. E no período de 09 a 20 de maio, estará disponível para visitações no espaço da “Galeria Mauro Soh, nas dependências físicas da Fundação Cultural de Imperatriz.
Essa exposição fotográfica é produto dos trabalhos dos alunos das ultimas três turmas dos cursos de “Fotografia Básica para câmera digital e Introdução à fotografia Digital”. Realizado pelo SENAC – Imperatriz. Os cursos tiveram como instrutora a pedagoga e fotógrafa documentarista Vanusa Babaçu, que assina a curadoria da mostra fotográfica.
terça-feira, 22 de março de 2011
A transformadora Nair Benedicto
Para a nova turma de Introdução a Fotografia Digital,
que vai iniciar-se amanhã 23/04/2011 no SENAC -Imperatiz que será ministrado por mim, Vanusa Babaçu.
Um dos temas a ser estudado vai ser a contribuiçao de grande nomes para a história da fotografia.
debrucei-me sobre a pesquisa bibliografica e na internet. O texto vai servir de base quando assunto for "Identidade de Fotógrafo, onde eu me encontro? Onde eu me vejo?
Como eu quero ser visto? E quanto de meu olhar completa o meu trabalho?
Com um olhar bastante peculiar, e com idade de se aposentar a mesma ja contabiliza 70 anos de vida e muitos deles dedicato a arte de fotografar, estando ainda na ativa, e por ser também brasieleira A fotografa Nair Benedicto vai inagurar essa galeria de personalidades recebendo a homenagem da primeira postagem de nosso blogger a qual eu tambem assino. O blogger é coletivo, mas os participantes são autônomos e assim eu usei o Ctrl C e Ctrl v para fazer essa postagem. Os Creditos são de Claudio Versiani. Leia, contribua, comente.
por Claudio Versiani
Seu trabalho, reconhecido internacionalmente e ganhador de vários prêmios (como o 11º Prêmio Abril de Jornalismo, por foto publicada na Veja, e o prêmio Embratur, por retrato na revista Ícaro), explora o que ela acredita ser “o potencial transformador da fotografia”, provocando reações na sociedade ao expor suas cicatrizes. Sob a mira de suas lentes estão as minorias esquecidas. São índios e populações ribeirinhas, homossexuais, travestis, operários, assalariados, menores viciados, mulheres e homens oprimidos pelo interior do Brasil. Porém, as fotografias de Nair são um bálsamo ao olhar, tamanha delicadeza com que aborda as cruezas da vida. Integram os acervos do MoMA de Nova York, da Coleção Masp-Pirelli, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, entre outros.
O olhar de viés sensível, sempre enxergando poesia na dramaticidade, acompanha Nair desde o início da carreira, quando ela estudava comunicação na USP e na Faap e produzia vídeos sobre temas como a violência doméstica contra a mulher e a liberdade sexual. No entanto, no início dos anos 70, trabalhar com produção autoral era bastante arriscado e foi nessa época que ela e o então marido, o francês Jacques Breyton, foram presos: “Fui presa política entre o fim de 1969 e meados de 70. Além disso, o trabalho na TV era censurado pelo regime [militar]. Então, a fotografia surgiu como alternativa de trabalhar a imagem de uma forma independente”, lembra.
O olhar de viés sensível, sempre enxergando poesia na dramaticidade, acompanha Nair desde o início da carreira, quando ela estudava comunicação na USP e na Faap e produzia vídeos sobre temas como a violência doméstica contra a mulher e a liberdade sexual. No entanto, no início dos anos 70, trabalhar com produção autoral era bastante arriscado e foi nessa época que ela e o então marido, o francês Jacques Breyton, foram presos: “Fui presa política entre o fim de 1969 e meados de 70. Além disso, o trabalho na TV era censurado pelo regime [militar]. Então, a fotografia surgiu como alternativa de trabalhar a imagem de uma forma independente”, lembra.
© Claus Lehmann
Com três filhos pequenos – Ariane, Danielle e Frederic –, o casal apoiava a luta armada da esquerda. Herói da resistência francesa, Breyton combateu a invasão nazista em seu país na Segunda Guerra e foi torturado pela Gestapo antes de ser libertado pelas tropas americanas e vir morar no Brasil. Aqui, além de se tornar um industrial bem-sucedido, colaborou para a criação do PT (Partido dos Trabalhadores). “Não posso dizer que todo mundo deveria passar por isso, mas cresci muito naquela época”, reflete Nair sobre o tempo de repressão, antes de completar: “A prisão é como a morte, quando você fica só consigo mesmo”.
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